quinta-feira, 2 de Outubro de 2008

Aromaterapia para Bebés e Crianças


Um cheirinho agradável no ar ou no banho? Também. Mas a aromaterapia vai muito além disso e pode ser um instrumento alternativo complementar para aliviar tensões e auxiliar no tratamento de doenças em todas as idades.
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A aromaterapia é o uso direccionado das propriedades particulares dos óleos essenciais e não apenas o uso de aromas agradáveis. Esses óleos essenciais 100% puros provêm de diferentes partes das plantas e preservam propriedades naturais responsáveis por suas características analgésicas, estimulantes, sedativas, anti-virais, imunoestimulantes e expectorantes, entre outras. Eles actuam nos planos físico, mental e energético do ser humano e podem ser utilizados em massagens, banhos, vaporizadores, em forma de cremes, loções, sprays. Proporcionam equilíbrio e harmonia.

De origem vegetal, os óleos essenciais têm composição química e, por isso, devem ser considerados matéria-prima que requer conhecimento específico para indicação. A química natural dos óleos essenciais 100% puros de origem botânica oferece componentes, ou princípios activos, que podem beneficiar o bem estar físico, na cabeça das pessoas os eus efeitos são significativos.


"O olfacto recebe as moléculas olfactivas do óleo essencial, que são encaminhadas para uma região do cérebro onde são descodificadas, como mensagens, e accionam campos emocionais que resgatam o equilíbrio."
Terapia complementar, a aromaterapia também pode ser usada de forma exclusiva, "porque ajuda a preparar o corpo e a mente para uma saúde completa".

Cuidando de Bebés e Crianças

A consulta a um aromaterapeuta especializado é indicada sempre, especialmente quando o tratamento for dirigido a crianças. Nesse caso, nem todos os óleos essenciais são recomendados e os cuidados com a diluição devem ser redobrados para os bem pequenos, com até três anos de idade.
Para bebés com menos de 3 anos
a Lavanda, Tangerina, Camomila e Tea Tree são os mais indicados.
Porém alguns procedimentos básicos, como usar uma gota na hora do banho, não oferecem risco. A Tangerina vai deixar a criança mais alegre, solta e feliz, enquanto a Lavanda serve para acalmar a agitação.

As formas mais comuns de utilização dos óleos essenciais são pingar gotas em difusores, associá-los a óleos de massagens, compressas, banhos. São procedimentos genéricos que servem como referencial. "Mas, geralmente utilizam-se poucas gostas porque esses óleos são preciosos e poderosos".
Hoje, muitos abusam do nome aromaterapia e da falta de conhecimento do consumidor.
O consumidor deve observar o tipo de frasco do produto, que deve ser escuro e nunca de plástico, o lacre perfeito e algumas referências como o país de origem, a indicação "botânico", nome legível do fornecedor e químico responsável.
"O aroma deve SEMPRE ser de origem natural (de preferência biológico ou biodinâmico) e não artificial, como muitos incensos, velas, óleos que andam no mercado a preços mais baratos."

Nos casos de gravidez, hipertensão, epilepsia, problemas no coração e peles sensíveis, consulte sempre um profissional da área.
Como Usar?


Óleos Vegetais: Para preparar um produto aromaterápico, devido à sua alta concentração, é necessário diluí-lo em outra base, e muitas vezes, o ideal é usar um óleo vegetal.
Os mais comuns são: Amêndoa Doce - Prunus amygdalus var dulcis / Germe de trigo - Triticum vulgare / Semente de uva - Vitis vinifera



Fonte: Alô Bebé - ABRAROMA (Associação Brasileira de Aromaterapia).

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